Mensagem de Alunos:
" Acordo cedo e após tomar meu café vou para o Ponto de ônibus por volta das 6 da manhã, espero muito na subida da Ponte da Lapa e nada aparece a não ser ônibus vazio que não pode parar pois estão indo para o centro - O meu segundo onibus passa mais não posso ir nele Tapera e as vezes até Santo Amaro - e continuo a esperar, já fico preocupado mais fico la quieto e muitos passam e não para. Nem sabia que tinha tanto onibus pequeno que se chama micro onde alunos como eu nunca podem subir a não ser quando se paga, se tenho prova no primeiro horário eu pago mais acho sacanagem. " até um onibus parar ja são quase 7 e com certeza o meu segundo onibus já foi.
Vou quase caindo na porta mais não posso deixar de ir e quando chego no Centro aindo espero pois não tem outro onibus, ou um Micro para e novamente não posso embarcar. Quando aparece já é tarde e vou assim mesmo. Chego na escola fechada somente posso entrar no segundo ou as vezes no terceiro horário e para ficar mlhor a professora ainda me chama atenção na frente dos outros por chegar atrasado. Como se eu quizesse isso..enfim esse é meu comecinho de dia, sorte que na volta só algumas carinhas feias de alguns moto, nem ligo ...ja tive de cara feia a manhã toda e eles nem se importaram comigo...."
Desabafo de aluno
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Izabel Pimentel
Fale que eu te escuto,
ligue que te atendo,
conte que eu registro
Blog Izabel Pimentel
ic-pimentel@bol.com.br
Diga não a Violência - Denuncie

A Lei Maria da Penha é um patrimônio do povo e das mulheres deste País. Com a Lei Maria da Penha, o Estado brasileiro passa a reconhecer o fenômeno da violência contra as mulheres como um grave problema de saúde pública.
As estimativas não deixam engano: no Brasil, uma mulher a cada 15 segundos é vítima de algum tipo de violência; a cada cinco anos de vida sob violência, a mulher perde um ano de vida saudável. São números que, infelizmente, ainda não caducaram.
Os problemas existentes quanto à aplicação da lei não podem servir de álibi para se deslegitimar o avanço provocado no debate sobre a violência doméstica e familiar, que de briga entre marido e mulher é reconhecida hoje como crime. Avançamos bastante e não podemos retroagir nas conquistas.
É necessário que o aparelho estatal desenvolva, ainda mais, os mecanismos necessários para garantir a integridade física e emocional de mulheres que ainda não reconhecem relações violentas; das que tentam, pela primeira vez, romper com o ciclo da violência e das que por mais de uma vez já tentaram e ainda não conseguiram.
Ao mesmo tempo em que defendemos a lei, é necessário que ampliemos, em todo País e em nosso estado e Capital, o número de delegacias da mulher, casas-abrigo, centros de referência, juizados especiais; apurando as denúncias, acelerando os processos, punindo os culpados.
As mulheres, hoje, na primeira ameaça, já sabem para onde se dirigir. É preciso que o Estado esteja cada vez mais preparado para prestar o devido atendimento. Não podemos reproduzir a ideia de que há uma aceitação da violência por parte das mulheres. Esta é a saída mais superficial e, portanto, nada transformadora.
Reafirmamos nossa luta por uma vida livre de todas as formas de opressão e violência de gênero.
As estimativas não deixam engano: no Brasil, uma mulher a cada 15 segundos é vítima de algum tipo de violência; a cada cinco anos de vida sob violência, a mulher perde um ano de vida saudável. São números que, infelizmente, ainda não caducaram.
Os problemas existentes quanto à aplicação da lei não podem servir de álibi para se deslegitimar o avanço provocado no debate sobre a violência doméstica e familiar, que de briga entre marido e mulher é reconhecida hoje como crime. Avançamos bastante e não podemos retroagir nas conquistas.
É necessário que o aparelho estatal desenvolva, ainda mais, os mecanismos necessários para garantir a integridade física e emocional de mulheres que ainda não reconhecem relações violentas; das que tentam, pela primeira vez, romper com o ciclo da violência e das que por mais de uma vez já tentaram e ainda não conseguiram.
Ao mesmo tempo em que defendemos a lei, é necessário que ampliemos, em todo País e em nosso estado e Capital, o número de delegacias da mulher, casas-abrigo, centros de referência, juizados especiais; apurando as denúncias, acelerando os processos, punindo os culpados.
As mulheres, hoje, na primeira ameaça, já sabem para onde se dirigir. É preciso que o Estado esteja cada vez mais preparado para prestar o devido atendimento. Não podemos reproduzir a ideia de que há uma aceitação da violência por parte das mulheres. Esta é a saída mais superficial e, portanto, nada transformadora.
Reafirmamos nossa luta por uma vida livre de todas as formas de opressão e violência de gênero.
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