sexta-feira, 20 de maio de 2011

Desabafo de Aluno

Mensagem de Alunos:

" Acordo cedo e após tomar meu café vou para o Ponto de ônibus por volta das 6 da manhã, espero muito na subida da Ponte da Lapa e nada aparece a não ser ônibus vazio que não pode parar pois estão indo para o centro - O meu segundo onibus passa mais não posso ir nele Tapera e as vezes até Santo Amaro - e continuo a esperar, já fico preocupado mais fico la quieto e muitos passam e não para. Nem sabia que tinha tanto onibus pequeno que se chama micro onde alunos como eu nunca podem subir a não ser quando se paga, se tenho prova no primeiro horário eu pago mais acho sacanagem. " até um onibus parar ja são quase 7 e com certeza o meu segundo onibus já foi.
Vou quase caindo na porta mais não posso deixar de ir e quando chego no Centro aindo espero pois não tem outro onibus, ou um Micro para e novamente não posso embarcar. Quando aparece já é tarde e vou assim mesmo. Chego na escola fechada somente posso entrar no segundo ou as vezes no terceiro horário e para ficar mlhor a professora ainda me chama atenção na frente dos outros por chegar atrasado. Como se eu quizesse isso..enfim esse é meu comecinho de dia, sorte que na volta só algumas carinhas feias de alguns moto, nem ligo ...ja tive de cara feia a manhã toda e eles nem se importaram comigo...."

Desabafo de aluno

sexta-feira, 1 de abril de 2011

niver 89 anos do PcdoB

niver 89 anos do PcdoB

niver 89 anos do PcdoB

niver PCdoB 89 anos

sábado, 26 de março de 2011

Izabel Pimentel


Fale que eu te escuto,
ligue que te atendo,
conte que eu registro
Blog Izabel Pimentel
ic-pimentel@bol.com.br

Diga não a Violência - Denuncie


A Lei Maria da Penha é um patrimônio do povo e das mulheres deste País. Com a Lei Maria da Penha, o Estado brasileiro passa a reconhecer o fenômeno da violência contra as mulheres como um grave problema de saúde pública.
As estimativas não deixam engano: no Brasil, uma mulher a cada 15 segundos é vítima de algum tipo de violência; a cada cinco anos de vida sob violência, a mulher perde um ano de vida saudável. São números que, infelizmente, ainda não caducaram.
Os problemas existentes quanto à aplicação da lei não podem servir de álibi para se deslegitimar o avanço provocado no debate sobre a violência doméstica e familiar, que de briga entre marido e mulher é reconhecida hoje como crime. Avançamos bastante e não podemos retroagir nas conquistas.
É necessário que o aparelho estatal desenvolva, ainda mais, os mecanismos necessários para garantir a integridade física e emocional de mulheres que ainda não reconhecem relações violentas; das que tentam, pela primeira vez, romper com o ciclo da violência e das que por mais de uma vez já tentaram e ainda não conseguiram.
Ao mesmo tempo em que defendemos a lei, é necessário que ampliemos, em todo País e em nosso estado e Capital, o número de delegacias da mulher, casas-abrigo, centros de referência, juizados especiais; apurando as denúncias, acelerando os processos, punindo os culpados.
As mulheres, hoje, na primeira ameaça, já sabem para onde se dirigir. É preciso que o Estado esteja cada vez mais preparado para prestar o devido atendimento. Não podemos reproduzir a ideia de que há uma aceitação da violência por parte das mulheres. Esta é a saída mais superficial e, portanto, nada transformadora.
Reafirmamos nossa luta por uma vida livre de todas as formas de opressão e violência de gênero.